sábado, 28 de setembro de 2013
O PODER DA MENTE CALMA
"Uma mente calma é uma mente racionalmente penetrante,
sensual,
poética
e poderosa".
Osho
sexta-feira, 27 de setembro de 2013
NOVA POLITICA
O ministro Poiares Maduro, no estilo bastante arrogante com que faz declarações, diz que quer "uma nova cultura política para Portugal", coisa que ele sabe o que é, escolheu no lote de "culturas políticas", e que nos acena como "melhor". Repare-se que ele não se fica por pedir uma outra política, ou outras práticas políticas, quer nem mais nem menos do que uma "nova cultura política", ou seja, que pensemos de forma diferente.
Muito bem. Embora eu não saiba o que é essa "nova cultura política" que não temos (e que se percebe que, no entender do Ministro, resistimos a ter), sei qual é a que temos, sei muito bem qual é a que o primeiro-ministro, o vice-primeiro-ministro, o Governo e o actual poder têm. E sei que sem essa "cultura política" ser combatida, não há nenhuma "nova cultura" que se imponha e muito menos uma "melhor cultura política". E sei muito bem qual é o contributo que o ministro Poiares Maduro pode dar para essa "nova cultura política": demitir-se de imediato e denunciar o discurso, a prática, a linguagem do actual poder, a mais velha e perniciosa cultura política que existe em Portugal, uma mistura de muita ignorância, apego ao poder, desprezo pelos portugueses, partidocracia e dolo. Em que casa é que ele pensa que está?
Mas Poiares Maduro entrou para o Governo para substituir Relvas como ministro da propaganda, portanto a "novidade cultural" que podia trazer seria de imediato incompatível com o cargo e as funções se ele fosse menos ambicioso e se se respeitasse intelectualmente a si próprio, ou seja, se tivesse uma outra "cultura política". Ele não podia deixar de saber ao que vinha e para que vinha. E sabia-o tão bem que de imediato se colocou na função de repetidor da propaganda governamental naquilo em que ela é mais dolosa, função que tem desempenhado até ao dia de hoje, como circulador de falsos argumentos e de afirmações manipulatórias. O intelecto e a arrogância ajudam, a subserviência acrítica de muita comunicação social faz o resto.
Um bom exemplo foi dado logo numa das suas primeiras entrevistas à TVI, onde se percebe muito bem ao que vem: dar uma cobertura intelectual e de falso "saber" àquilo que em bruto repete qualquer deputado das filas de trás do PSD e do CDS na Assembleia. Nessa entrevista (sigo o resumo do PÚBLICO), dada em meados de Junho de 2013, afirmou "que a coligação governamental PSD/CDS é "muito coesa" por comparação com outras existentes na Europa" e teorizou dizendo que isso até era uma vantagem porque as ""várias perspectivas" dos diferentes membros, que sendo discutidas e consensualizadas, dão valor às políticas públicas". E ainda, do alto da sua sabedoria europeia, afirmou que "em Portugal temos uma coligação muito coesa", por comparação com "governos de coligação na Europa que têm divergências muito fortes, como no Reino Unido e na Holanda". E insistiu que não havia "qualquer indicador para achar que esta é uma coligação a prazo".
Quinze dias depois, Paulo Portas pedia a demissão, seguindo-se o psicodrama que conhecemos. Tenho a certeza de que Poiares Maduro teria argumentos profundos para explicar como tudo o que se passou foi excelente para mostrar a "coesão" da coligação. Ingleses e holandeses olharam com pasmo para o "valor" que a crise deu "às políticas públicas" da coligação milagrosa, só os mercados é que não se convenceram e perdemos uns milhões pelo caminho. Estes ao menos não podem ser assacados aos reformados.
Na mesma entrevista, repetiu todas as mentiras governamentais, na mesma linguagem orwelliana de propaganda, que é sua função no Governo produzir.Garantiu que não iria haver despedimentos nos professores, e ensarilhou-se com os duodécimos dos subsídios cujo atraso se devia a um "conflito de normas": "O que devia ser pago no Natal será, e o Governo já está a pagar o de férias desde Janeiro." Não era verdade, até porque o Governo não contava pagar dois subsídios, mas não tem importância. Relvas diria o mesmo, sabendo que estava a mentir sem problemas, mas Maduro traz a vantagem de usar o doubletalk em todo o seu esplendor, ou seja, entende que basta mudar um nome a uma coisa para essa coisa não ser o que é, mas outra.
FONTE:BLOGUE DE PACHECO PEREIRA
segunda-feira, 16 de setembro de 2013
VIVER
O bem viver começa assim, com a atenção. Quem não dá atenção
a si mesmo, perde-se. Quem não vive cada momento com atenção vive à
margem de si mesmo e da realidade. É preciso ter atenção para viver a
sua vida conscientemente. Somente quando eu me torno atento descubro a
riqueza da vida".
segunda-feira, 9 de setembro de 2013
SILENCIO
Ensina Gandhi: "O silêncio já se tornou para mim uma necessidade física e espiritual. Inicialmente escolhi-o para aliviar-me da depressão. A seguir, precisei de tempo para escrever. Após havê-lo praticado por certo tempo me dei conta de que eram esses os momentos em que melhor podia comunicar-me com Deus. Agora sinto-me como tivesse sido feito para o silêncio. A experiência ensinou-me que o silêncio faz parte da disciplina espiritual de um buscador da verdade".
BELEZA
a Beleza. Deus é beleza, onde você perceber a beleza não sinta inveja, não sinta ciúmes, não sinta raiva, reverencie-a, ela é sempre um reflexo da beleza de Deus".
Osho
SEJA FIRME AO ESCOLHER SER FELIZ
"Esta história é imensamente significativa. Existiu um místico sufi, chamado Abdullah, que era reconhecido por todos por sempre estar feliz, celebrativo, irradiante; possuía uma aura de leveza, de risos e alegrias.
Certo dia, um jovem deprimido e triste perguntou a Abdullah como ele conseguia ser tão feliz num mundo tão tedioso, absurdo, cheio de sofrimento e sem sentido. Abdullah respondeu ao jov...em: 'Todas as manhãs quando Abdullah acorda pergunta para Abdullah o que Abdullah quer ser naquele dia, feliz ou infeliz, e Abdullah sempre escolhe ser feliz'.
Trata-se de uma escolha, experimente. No primeiro momento da manhã, quando se conscientizar que o sono se foi, fale consigo mesmo: 'Adbullah, eis um novo dia! O que você prefere? Vai escolher sofrimento ou felicidade?' É sua a responsabilidade pela qualidade do seu dia, a vida ao seu redor é um reflexo de suas escolhas. Seja firme ao escolher ser feliz."
Osho, em Meditação: A Primeira e Última Liberdade.
sexta-feira, 9 de agosto de 2013
QUEM NOS GOVERNA
Pedro Marques Lopes, Do sol na moleirinha
«Em 2013, ano pior da nossa vida coletiva recente, ainda existe gente que continua a ter da pobreza uma imagem romântica, que o salazarismo consagrou ideologicamente e cinco anos de empobrecimento súbito recente não abalaram. "Pobre mas remendado", eis como Salazar via o país. E eis como Cristina Espírito Santo vê o "estado mais puro": "Pintei-a [à casa], renovei-a. Fiz uma boa casa de banho. Mas deixei a estrutura de origem, com colmo em determinadas zonas. Muito rústica. (...) É como brincar aos pobrezinhos". Os que retêm da pobreza a rusticidade e o pitoresco nunca viram um pobre. Não entraram numa mansarda sem água corrente, não mandaram os filhos para a escola sem uma refeição, não passam frio por falta de dinheiro para o aquecimento, não morreram de doença por não poderem pagar a taxa moderadora. Não conhecem o estigma do desemprego, nunca leram, viram ou escutaram a sociedade à sua volta.»
Filipe Luís, Brincar aos ricos
«Escrevo estas linhas numa aldeia ribatejana de fim de estrada, onde só se escuta a camioneta da carreira, até ao dia em que acabarem com isso também. E, no entanto, até aqui os ouço. Riem-se na minha cara. (...) Riem-se na sua cara, quem quer que você seja. Riem na cara da aposentada de Bragança, do funcionário público de Coimbra, do rapper da Brandoa, do comerciante falido do Porto, do desempregado e do emigrado e do pós-graduado que procura um bilhete low-cost para vir a casa. Riem-se na cara dos que tiveram que mudar de país por não mudar o país. (...) Eles riem-se na cara da classe média, da classe baixa e até da classe alta. Eles não têm medo da luta de classes, porque eles acham isso fora de qualquer cogitação: eles estão para lá de qualquer classe. No mundo deles, há regras especiais que são só para eles. Por isso riem-se de cada pedido de demissão: sabem que a oposição nunca se vai entender para mais do que pedir a demissão.»
Rui Tavares, Riem-se na sua cara
segunda-feira, 22 de julho de 2013
ABSURDISTÃO
Absurdistão será o reino do absurdo - do latim, por contaminação, de ab-sonus (que não soa bem) e surdus (surdo, que não percebe), ab-surdus: etimologicamente, absurdo é, pois, o dissonante, e, depois, o contra-senso. Num Dicionário de Filosofia, poderá encontrar-se esta definição: a destruição de uma relação normal ou lógica que se esperava entre as coisas ou entre si e o mundo. A situação portuguesa é, neste nosso tempo, assim: surreal, que não se entende, com um futuro incerto e perigoso.Para ver mais AQUI
NAVIO FANTASMA
Já repararam que em todas as discussões sobre o novo governo, não tem nenhum papel a condição social dos portugueses, as suas dificuldade, o empobrecimento, o desemprego, tudo que diz respeito ao sofrimento dos homens comuns? Fala-se em economia, mas é das empresas que se fala, fala-se de política, mas é do jogo partidário que se fala, fala-se de quem ganha e quem perde, mas é como se fosse futebol. Este vazio é o mais dramático sinal da captura da política portuguesa por interesses e por um discurso público superficial e dominado pela gramática do poder.
Fonte:BLOGUE;PACHECO PEREIRA
sexta-feira, 19 de julho de 2013
MEDO OU ANSIEDADE
Às vezes, num momento de sufoco, nos sentimos mergulhados na escuridão dos sentimentos negativos... Os problemas nos parecem mais graves e as soluções mais difíceis.
Mas, na verdade, nada está escuro ao nosso redor. A ansiedade é que nos tira a capacidade de perceber a luz. E no momento em que acalmamos o nosso coração, começamos a encontrar as soluções para todos os problemas, sejam quais forem.
É preciso, na simplicidade, entender o amor de Deus e, entendendo o amor de Deus, toda ansiedade e medo vão embora.
- Pe. Marcelo Rossi -
sábado, 13 de julho de 2013
ARTE DE EDUCAR PAPA FRANCISCO
"Não desanimeis diante das dificuldades apresentadas pelo desafio educativo! Educar não é uma profissão, mas uma atitude, um modo de ser; para educar é preciso sair de si mesmo e permanecer no meio dos jovens, acompanhá-los nas etapas do seu crescimento, pondo-se ao seu lado.
Dai-lhes esperança, otimismo para o seu caminho no mundo.
Ensinai-lhes a ver a beleza e a bondade da criação e do homem, que conserva sempre os vestígios do Criador.
Mas, sobretudo com a vossa vida, sede testemunhas daquilo que comunicais. Um educador — professor, responsável, pai e mãe — transmite conhecimentos e valores com as suas palavras, mas só será incisivo sobre os jovens se acompanhar as palavras com o testemunho, com a sua coerência de vida. Sem coerência não é possível educar!
Sois todos educadores, não há delegações neste campo. Então, a colaboração em espírito de unidade e de comunidade entre os vários componentes educativos é essencial e deve ser favorecida e alimentada. O colégio pode e deve ser catalisador, ser lugar de encontro e de convergência de toda a comunidade educadora, com a única finalidade de formar, ajudar a crescer como pessoas maduras, simples, competentes e honestas, que saibam amar com fidelidade, que saibam levar a vida como uma resposta à vocação de Deus, e a profissão futura como um serviço à sociedade."
sexta-feira, 5 de julho de 2013
TEATRO EM POLITICA
Corre o teatro ontem o risco de se tornar palhaçada? Temos nós, portugueses, de andar sujeitos a histórias de "tricas" e de jogos de ping-pong? E não há forma de incriminar estas criaturas que nos "governaram" e decidem abandonar o barco em que eles mesmos remaram para rumos sobre os quais não pediram conselhos? E sai-se do governo em alturas destas assim, virando costas a quem lhes pagou (e de que maneira), sem darem uma satisfação plausível, sem pelo menos mostrarem que nos respeitaram? E temos de continuar a suportá-los? Andamos todos a ser gozados. Alegremente. Tristemente.
FONTE: BLOGUE:NET
quarta-feira, 26 de junho de 2013
ONU DIA INTERNACIONAL DA FELICIDADE
ONU celebra o primeiro Dia Internacional da Felicidade
O Dia Internacional da Felicidade é comemorado pela primeira vez esta quarta-feira, em todo o mundo. A data de 20 de Março, estabelecida em 2012 pela ONU, pretende reconhecer a felicidade e do bem-estar como objetivos universais para a vida humanidade.ver mais AQUI
sábado, 22 de junho de 2013
UNIVERSIDADE DE COIMBRA , ALTA , RUA DA SOFIA E VIAGEM DE VASCO DA GAMA Á INDIA
A semana que passou foi pródiga no reconhecimento de marcos de Portugal como fazendo parte da memória da Humanidade. A decisão da UNESCO em reconhecer o registo do diário da viagem de Vasco da Gama até à Índia (supostamente da autoria do cronista Álvaro Velho, propriedade da Biblioteca Pública Municipal do Porto) como documento importante para a memória do mundo e de atribuir à Universidade de Coimbra o estatuto de integrante do património mundial constituem duas marcas na importância cultural do nosso país. Se o diário da viagem de Vasco da Gama é considerado como “um testemunho verdadeiro da forma como Vasco da Gama, à frente da sua frota, descobriu a rota marítima para a Índia”, numa aventura “sem precedentes”, e “um momento determinante que mudou o curso da História”, porque esta viagem originou “uma série de acontecimentos que viriam a transformar o mundo”, já a Universidade de Coimbra foi escolhida porque se tornou “uma referência para os outros estabelecimentos de ensino superior no mundo lusófono onde exerceu uma influência máxima na difusão do saber e da literatura”, sendo que “Coimbra surge como exemplo assinalável de cidade universitária integrada com uma tipologia urbana específica e tradições rituais e culturais próprias que foram perpetuadas”. Um país de parabéns! Que muito ganha em preservar o seu património, a sua identidade.
SALVA-SE A TÁBUA
D. António – Por esta salvação de todos nós…
Que salvação é essa? Num naufrágio
salva-se a tábua a que se agarram náufragos?
Flutua longamente… porque é tábua.
E sou tão frágil eu, nesta aventura,
que só por ambição ainda flutuo…
O Indesejado, Jorge de Sena, 1945-1951
«Subitamente descobriu-se um país de famílias “angustiadas”, de estudantes “nervosos”, de “ansiedade” por todo o
lado. Um exército de psicólogos e de psiquiatras deve mobilizar-se sempre que há exames, porque os frágeis estudantes (os mesmos frágeis estudantes a quem se pode perguntar o que é que eles fazem aos professores e entre si durante todo o ano) estavam todos deprimidos.»
José Pacheco Pereira, Sábado.
sexta-feira, 21 de junho de 2013
SOLSTÍCIO DE VERÃO
Solstício de Verão 2013 que lembra a entrada do verão no hemisfério norte. Em junho, dá-se o solstício de verão no hemisfério norte. Já no hemisfério sul sucede, no mesmo mês, o solstício de inverno.
Vinte e um de junho é o dia do solstício de junho, que marca o início do verão no hemisfério norte e o começo do inverno no hemisfério sul. No hemisfério norte, este é o dia mais longo do ano e, consequentemente, a noite mais curta. No hemisfério sul, sucede exatamente o contrário.
E da ‘efeméride’ astronómica, assinalando o Solstício de Verão de 2013 , que lembra precisamente a entrada no verão a norte do planeta.
Segundo define a astronomia, o solstício de Verão é o momento em que o Sol, visto a partir da Terra, atinge a maior inclinação, em latitude, a partir da linha do Equador. Em junho, ocorre no hemisfério norte. Já no mês de dezembro verifica-se no hemisfério sul.
quarta-feira, 19 de junho de 2013
XAILE
Eu tenho um xaile também.
Não é de seda, é de lã.
Herdei-o de minha mãe.
Foi nele que me embalou
Ao som de uma canção.
É nele que me embrulho
Se estou triste ou sinto frio,
E com alguma emoção
Fica calmo o coração
domingo, 9 de junho de 2013
BAPTISMO
O baptismo é um rito de passagem, feito normalmente com água . Este rito de iniciação está presente em vários grupos, religiosos ou não, onde destacam-se os cristãos. Na Igreja Católica, o baptismo é o sacramento através do qual o Sacrifício Pascal de Jesus Cristo se aplica às almas, tornando-as membros da Igreja e abrindo o caminho da salvação eterna.
HOJE REALIZARAM-SE TRÊS
BAPTIZADOS NA IGREJA DE S. ANTÓNIO DOS OLIVAIS,UMA CRIANÇA TEVE DUAS MADRINHAS,UMA IRMÃ DA MÃE
E UMA IRMÃ DO PAI.FOI UMA CERIMÓNIA MUITO INTERACTIVA.MUITO BONITA.ESTA CRIANÇA É A PESSOA MAIS NOVA DA MINHA FAMILIA.
BAPTIZADOS NA IGREJA DE S. ANTÓNIO DOS OLIVAIS,UMA CRIANÇA TEVE DUAS MADRINHAS,UMA IRMÃ DA MÃE
E UMA IRMÃ DO PAI.FOI UMA CERIMÓNIA MUITO INTERACTIVA.MUITO BONITA.ESTA CRIANÇA É A PESSOA MAIS NOVA DA MINHA FAMILIA.
segunda-feira, 3 de junho de 2013
HÁ VALORES
Já não há valores
por ANSELMO BORGES01 junho 2013152 comentários
Já não há valores! Aí está uma afirmação que se ouve constantemente, vinda de ex-presidentes da República, bispos, professores, padres, pais e mães, educadores. De quase toda a gente.
A afirmação, porém, não é verdadeira. Evidentemente, continua a haver valores. Não é possível viver sem valores. Não há sociedade sem valores. O que se passa é que mudou a escala de valores. A hierarquia dos valores, agora, é outra.
Abraham Maslow estabeleceu uma famosa pirâmide: a pirâmide das necessidades humanas. Segundo o psicólogo norte-americano, essas necessidades têm uma hierarquia ascendente, que vai, portanto, da base até aos níveis superiores. As necessidades básicas confundem-se com as necessidades fisiológicas, condição de sobrevivência: respirar, comer, beber, dormir, reproduzir-se. No segundo patamar, encontra-se a necessidade de segurança, que tem a ver com a integridade do corpo, da saúde, a salvaguarda dos bens e da propriedade. As necessidades de pertença estão no terceiro plano e referem-se à necessidade de identidade e de afecto; daí, a importância da amizade, do amor, da vida familiar e grupal. O quarto nível é ocupado pelas necessidades de estima, tanto no que se refere a si mesmo - auto-estima - como confiança nos outros: estimar-se a si e aos outros e ser estimado e respeitado pelos outros. No quinto nível, temos a realização pessoal, com tudo o que isso implica de criatividade, ética, vida interior, sentido e transcendência.
Evidentemente, esta escala é discutida e discutível, pois pode não ser tão universal como pode parecer, não tendo na devida conta a sua determinação histórica e cultural. No entanto, como escreveu Frédéric Lenoir, parece possível "considerar estes cinco tipos de necessidades como sendo todos, e com a mesma dignidade, condições do bem-estar, da felicidade, da realização de si".
FONTE:
DIÁRIO DE NOTÍCIAS
quinta-feira, 30 de maio de 2013
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