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segunda-feira, 22 de julho de 2013

NAVIO FANTASMA

Já repararam que em todas as discussões sobre o novo governo, não tem nenhum papel a condição social dos portugueses, as suas dificuldade, o empobrecimento, o desemprego, tudo que diz respeito ao sofrimento dos homens comuns? Fala-se em economia, mas é das empresas que se fala, fala-se de política, mas é do jogo partidário que se fala, fala-se de quem ganha e quem perde, mas é como se fosse futebol. Este vazio é o mais dramático sinal da captura da política portuguesa por interesses e por um discurso público superficial e dominado pela gramática do poder. Fonte:BLOGUE;PACHECO PEREIRA

sexta-feira, 5 de julho de 2013

TEATRO EM POLITICA

Corre o teatro ontem o risco de se tornar palhaçada? Temos nós, portugueses, de andar sujeitos a histórias de "tricas" e de jogos de ping-pong? E não há forma de incriminar estas criaturas que nos "governaram" e decidem abandonar o barco em que eles mesmos remaram para rumos sobre os quais não pediram conselhos? E sai-se do governo em alturas destas assim, virando costas a quem lhes pagou (e de que maneira), sem darem uma satisfação plausível, sem pelo menos mostrarem que nos respeitaram? E temos de continuar a suportá-los? Andamos todos a ser gozados. Alegremente. Tristemente. FONTE: BLOGUE:NET

terça-feira, 6 de setembro de 2011

PAULO PORTAS NA MADEIRA

Portas condena "excessos" do Governo Jardim
No encerramento das jornadas parlamentares do CDS-PP no Funchal, o presidente do partido não poupou críticas ao regime de Alberto João Jardim. É preciso que a Madeira "aprenda a poupar", afirmou hoje Paulo Portas.
O presidente do CDS-PP, partido que escolheu a Madeira para comemorar o seu 37º aniversário, disse que era de prever o aumento da dívida da região, e disse que não foi por falta de avisos. Hoje, no seu discurso de encerramento das jornadas parlamentares do partido, Paulo Portas não poupou críticas ao Governo Regional, que acusa de "excessos financeiros".
"Portugal é uma só nação, estamos debaixo de vigilância externa, temos de mudar a despesa e a dívida". Por isso, é fundamental que o país cumpra as suas obrigações na atual conjuntura, e que a Madeira, por sua vez, "aprenda a poupar", afirmou.
O também ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros aproveitou para reiterar que o Governo quer fazer uma redução sem precedentes na despesa do Estado. Num discurso considerado "cheio de recados", Portas alertou os deputados para compromissos fiscais no memorando da troika, acrescentando que a redução dos benefícios fiscais no IRS, no IRC, no IMI e o aumento do IVA não são "opção do Governo".