Todos os anos, o Parlamento Europeu atribui o Prémio Sakharov para a Liberdade de Pensamento a indivíduos ou organizações que se destacaram na defesa dos direitos humanos e da democracia. Este ano, os vencedores são cinco representantes da Primavera árabe "pela sua luta pela liberdade, pela democracia e pelo fim dos regimes autoritários". A cerimónia de entrega do prémio, no valor de €50.000, está agendada para o dia 14 de Dezembro, durante a sessão plenária de Estrasburgo.
O Prémio tem o nome do cientista soviético Andrei Sakharov, exilado na União Soviética pela sua oposição ao programa nuclear e às políticas repressivas da URSS. Fundou a Organização Memorial, que continuou a defender os direitos humanos e a promoção da democracia após a sua morte, em 1989.
sábado, 10 de dezembro de 2011
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
LÁGRIMAS DE MINISTRA ITALIANA
A notícia correu mundo, a Ministra do Trabalho italiana chorou em público, embargou-se-lhe a voz quando ia anunciar sacrifícios aos pensionistas. E a sua angústia foi tão grande que não conseguiu acabar a frase, ficou a tentar conter as lágrimas, aquela bola na garganta a sufocá-la, as lágrimas a saltarem, teimosas, e o braço amigo e respeitoso do Primeiro Ministro a seu lado, compreendendo o esforço impossível.
É uma cena única e profundamente emocionante. Não estamos habituados a manifestações genuínas de comoção perante a gravidade do que se anuncia às pessoas lá em casa, coladas ao écran. Estamos habituados a vozes iradas, a prós e contras, a contas, a milhares de contas, a milhões, biliões e trocos, sim, já não acreditamos que a política possa envolver pessoas de carne e osso, que pensem, amarguradas, no impacto que o que decidiram vai ter na vida das pessoas de carne e osso.
Porque chora a Ministra? Porque é mulher, dirão alguns, ironicamente, porque não está preparada para a política, dirão outros, hesitantes. Porque tem toda a razão em chorar, dirão, felizmente, muitos outros, e é maravilhoso que se encontre alguém que teve a coragem de integrar um Governo que sabia que tinha que fazer isto, é um raro sinal de esperança, porque significa que ela tem plena consciência da gravidade do que tem que decidir. Porque, sabendo e sofrendo com isso, terá certamente a maior cautela, a maior prudência e a maior ponderação nas suas escolhas. Uma pessoa assim talvez não faça cálculos politiqueiros, somas manhosas e golpes de bastidores. Uma pessoa assim, tenhamos esperança, não rejubilará com vitórias pessoais, com ganhos de poder, com notícias de favor. Uma pessoa que chora, sentidamente, quando pensa no que vai fazer sofrer.
É uma cena única e profundamente emocionante. Não estamos habituados a manifestações genuínas de comoção perante a gravidade do que se anuncia às pessoas lá em casa, coladas ao écran. Estamos habituados a vozes iradas, a prós e contras, a contas, a milhares de contas, a milhões, biliões e trocos, sim, já não acreditamos que a política possa envolver pessoas de carne e osso, que pensem, amarguradas, no impacto que o que decidiram vai ter na vida das pessoas de carne e osso.
Porque chora a Ministra? Porque é mulher, dirão alguns, ironicamente, porque não está preparada para a política, dirão outros, hesitantes. Porque tem toda a razão em chorar, dirão, felizmente, muitos outros, e é maravilhoso que se encontre alguém que teve a coragem de integrar um Governo que sabia que tinha que fazer isto, é um raro sinal de esperança, porque significa que ela tem plena consciência da gravidade do que tem que decidir. Porque, sabendo e sofrendo com isso, terá certamente a maior cautela, a maior prudência e a maior ponderação nas suas escolhas. Uma pessoa assim talvez não faça cálculos politiqueiros, somas manhosas e golpes de bastidores. Uma pessoa assim, tenhamos esperança, não rejubilará com vitórias pessoais, com ganhos de poder, com notícias de favor. Uma pessoa que chora, sentidamente, quando pensa no que vai fazer sofrer.
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
sábado, 3 de dezembro de 2011
terça-feira, 29 de novembro de 2011
FRASE DE ANTÓNIO LOBO ANTUNES
Com a devida vénia ao site dedicado a António Lobo Antunes gostava de destacar aqui uma simples frase do nosso grande escritor, a propósito do momento actual por que passa o nosso país.
Pessoalmente, acho que vivemos um tempo de vistas curtas; um tempo em que se hipoteca o futuro, em que se põe à frente de todas as prioridades o pagamento de juros aos agiotas, esquecendo a educação dos mais jovens e a cultura que é o verdadeiro pão que alimenta a identidade de um povo.
É por isso que eu tiro aqui o meu chapéu a ALA e destaco esta frase, que acho deveria ser gravada na pedra:
"vivemos num neofascismo capitalista, que afasta ainda mais as pessoas da cultura e dos livros"
Pessoalmente, acho que vivemos um tempo de vistas curtas; um tempo em que se hipoteca o futuro, em que se põe à frente de todas as prioridades o pagamento de juros aos agiotas, esquecendo a educação dos mais jovens e a cultura que é o verdadeiro pão que alimenta a identidade de um povo.
É por isso que eu tiro aqui o meu chapéu a ALA e destaco esta frase, que acho deveria ser gravada na pedra:
"vivemos num neofascismo capitalista, que afasta ainda mais as pessoas da cultura e dos livros"
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
NATAL
"O Natal é um dia festivo e espero que o seu olhar possa estar voltado para uma festa maior,a festa do nascimeto de Cristo dentro do nosso coração.que neste Natal a nossa familia se sinta mais forte com o significado da palavra amor,que traga raios de luz que iluminem o nosso caminho e transformem o nosso coração,fazendo que vivamos com muita felicidade."
domingo, 20 de novembro de 2011
PRESIDENTE DA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA
presidente da Assembleia da República, Assunção Esteves, recebe 7.255 euros de pensão por dez anos de trabalho como juíza do Tribunal Constitucional.
Por não poder acumular esse valor com o ordenado de presidente do Parlamento, Assunção Esteves abdicou de receber pelo exercício do actual cargo, cujo salário é de 5.219,15 euros. Mantém, no entanto, o direito a ajudas de custo no valor de 2.133 euros.
Assunção Esteves pôde reformar-se muito cedo, aos 42 anos, porque a lei de então contemplava um regime muito favorável para todos os juízes do Tribunal Constitucional.
Podiam aposentar-se com 12 anos de serviço, independentemente da idade, ou com 40 anos de idade e dez anos de serviço.
No Parlamento, mais 11 deputados e ex-deputados pediram uma subvenção vitalícia por terem exercido funções durante mais de 12 anos.
FONTE --CORREIO DA MANHÃ
sábado, 19 de novembro de 2011
ANTROPOLOGIA DA SAÚDE
Antropologia da Saúde ou Antropologia Médica corresponde a uma especialização ou aplicação da antropologia ao estudo do comportamento humano para obtenção e manutenção da saúde através de práticas culturais. Naturalmente, trata-se de uma divisão com fins didáticos pois não há como isolar um “fato” social do seu contexto ou realidade construída pelas sociedades humanas com sua linguagem e cultura característica.
Tal ciência aplicada pode ser melhor compreendida tanto pela análise da produção de trabalhos produzidos por antropólogos e demais cientistas sociais como pela especificidades da área de aplicação e suas interfaces com demais ramos do conhecimento.
A antropologia da saúde pode se distinguir da antropologia médica se considerarmos que essa última se detém no estudo das racionalidades médicas, e no estudo das patologias e sistemas terapêuticos – a medicina, tal com conhecemos em nossa sociedade estabelecendo limites difusos com a antropologia biológica e antropologia física ou pode se deter no conceito ampliado de saúde tal como desenvolvido pela medicina social, epidemiologia e estudo da saúde pública.
Para François Laplantine, o autor de Antropologia da doença, esta ciência estuda a percepção e resposta de um grupo social à patologia, elabora e analisa modelos etiológicos e terapêuticos. Um modelo é: uma construção teórica, caráter operatório (hipótese) e também uma construção metacultural, ou seja, que visa fazer surgir e analisar as formas elementares da doença e da cura - sua estrutura seus invariantes tornando-o comparável a outros sistemas (Laplatine.
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
SAÚDE E POBREZA
Pobreza gera doença, desigualdade gera doença, doença gera violência, doença gera xenofobia, doença gera ultraconservadorismo, doença gera baixos níveis de quociente de inteligência, qualquer política de saúde que não combata eficazmente a doença e a previna contribui para a degradação da segurança, da democracia e do desenvolvimento social e económico de um país.
Com base nas notícias e nas dificuldades acrescidas de muitos portugueses, que se queixam do acesso aos cuidados de saúde, aos tratamentos e dos custos crescentes, somados aos efeitos perversos da crise no aparecimento de patologias, então, não é de descurar que o país possa correr riscos em termos de violência e de regime.
Não são só os problemas económicos e ideológicos que estão em causa, é preciso tomar em linha de conta as doenças dos portugueses que, através do efeito "stress-parasita", podem comprometer o sair da crise. E os portugueses estão a ficar muito doentes...
FONTE--NET.M.C.
Com base nas notícias e nas dificuldades acrescidas de muitos portugueses, que se queixam do acesso aos cuidados de saúde, aos tratamentos e dos custos crescentes, somados aos efeitos perversos da crise no aparecimento de patologias, então, não é de descurar que o país possa correr riscos em termos de violência e de regime.
Não são só os problemas económicos e ideológicos que estão em causa, é preciso tomar em linha de conta as doenças dos portugueses que, através do efeito "stress-parasita", podem comprometer o sair da crise. E os portugueses estão a ficar muito doentes...
FONTE--NET.M.C.
sábado, 12 de novembro de 2011
ADOLESCENCIA
Muitos pais possuem parâmetros de educação duvidosos para a adolescência dos filhos, vivem na ilusão de que a separação e o distanciamento inevitáveis podem acontecer livres de conflitos. Porque hão-de surgir conflitos, se os pais desejam o melhor para os filhos?
Infelizmente, a ideia do que é melhor não é coincidente entre as duas partes. Muitas vezes, os pais têm objectivos irracionais, se, por exemplo, vêem nos filhos uma extensão narcisista de si próprios, se a separação lhes custa demasiado e tentam manter os filhos consigo, ou se tencionam definir, eles próprios, a profissão dos filhos, ou, mesmo, toda a sua vida.
Os conflitos existem, porém, mesmo quando os dois pontos de vista coincidem, porque um adolescente, para se distanciar dos pais, tem forçosamente de assumir uma posição contrária. Na verdade, se o período de adolescência dos filhos decorre cheio de harmonia, é um sinal de que o desenvolvimento de autonomia da criança já sofreu danos, ou o adolescente não possui a persistência adequada para a idade, ou tem demasiado medo da separação, ou vê-se obrigado a subjugar-se a uma autoridade extrema. Nestes casos, os filhos ficam, normalmente, durante muito tempo ligados aos pais, muitos não se conseguem desligar nunca.
Se, por outro lado, os conflitos atingem grandes proporções, traumáticas mesmo, pode-se dar o caso de o adolescente sair muito cedo de casa, mantendo, no entanto, um desejo muito grande de se tornar a ligar aos pais.
O melhor a fazer será os pais defenderem os seus próprios pontos de vista, quando se sentem incomodados com as actividades dos filhos, sem, no entanto, tentarem impô-los. A sua preocupação pelo futuro dos rebentos deve ser, porém, patente. Neste caso, há boas probabilidades de, mais tarde, os filhos se interessarem pelo ponto de vista dos pais e procurarem o seu conselho, em várias fases da sua vida.
FONTE NET C.T.
Infelizmente, a ideia do que é melhor não é coincidente entre as duas partes. Muitas vezes, os pais têm objectivos irracionais, se, por exemplo, vêem nos filhos uma extensão narcisista de si próprios, se a separação lhes custa demasiado e tentam manter os filhos consigo, ou se tencionam definir, eles próprios, a profissão dos filhos, ou, mesmo, toda a sua vida.
Os conflitos existem, porém, mesmo quando os dois pontos de vista coincidem, porque um adolescente, para se distanciar dos pais, tem forçosamente de assumir uma posição contrária. Na verdade, se o período de adolescência dos filhos decorre cheio de harmonia, é um sinal de que o desenvolvimento de autonomia da criança já sofreu danos, ou o adolescente não possui a persistência adequada para a idade, ou tem demasiado medo da separação, ou vê-se obrigado a subjugar-se a uma autoridade extrema. Nestes casos, os filhos ficam, normalmente, durante muito tempo ligados aos pais, muitos não se conseguem desligar nunca.
Se, por outro lado, os conflitos atingem grandes proporções, traumáticas mesmo, pode-se dar o caso de o adolescente sair muito cedo de casa, mantendo, no entanto, um desejo muito grande de se tornar a ligar aos pais.
O melhor a fazer será os pais defenderem os seus próprios pontos de vista, quando se sentem incomodados com as actividades dos filhos, sem, no entanto, tentarem impô-los. A sua preocupação pelo futuro dos rebentos deve ser, porém, patente. Neste caso, há boas probabilidades de, mais tarde, os filhos se interessarem pelo ponto de vista dos pais e procurarem o seu conselho, em várias fases da sua vida.
FONTE NET C.T.
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
UMA QUALIDADE DOS VITORIOSOS
Resiliência é resistência.
Ela falou que o significado era outro. Que estava estudando o assunto na faculdade. E explicou que resiliência é a capacidade do indivíduo de superar, com espírito positivo, os obstáculos, as dificuldades, as crises, as encruzilhadas.
- Então, tudo isso é resistência às pressões, às tempestades, às procelas da vida, resiliência é prova de fogo, se passar sobe um degrau rumo aos céus - complementei.
Uma pessoa resiliente é uma pessoa inteligente. Aproveita as dificuldades para crescer, para amadurecer, para progredir. E é inteligente exatamente porque sabe que isso faz parte do seu desenvolvimento pessoal.
É a resiliência uma qualidade do espírito forte e resistente. É uma qualidade que diferencia os vitoriosos daqueles que fazem da vida um muro de queixas, resmungos e lamentações.
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
ADVERSIDADES
Cada um de nós sofre inevitavelmente
derrotas temporárias, de formas diferentes,
nas ocasiões mais diversas.
Cada adversidade traz consigo a semente
de um benefício equivalente.
Toda vez que um homem supera os reveses
torna-se mental e espiritualmente mais forte.
sábado, 22 de outubro de 2011
MONTANHAS DA VIDA
Imagine que está em um belo e fácil caminho, mas vê logo adiante montanhas que atrapalham o caminho,.
Se prefere pensar que são dificuldades e desiste, ou segue em frente para atravessar e aproveitar para viver essa aventura?
Lembre-se que é lá do alto que pode VER o melhor caminho e a beleza da paisagem - é quando percebe o quanto a dificuldade do trajeto foi satisfatória.
As montanhas são como as dificuldades que encontra pela vida.
Avance!
Elas só se atravessam quando avançamos sobre elas.
terça-feira, 18 de outubro de 2011
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
TENSÃO E ALEGRIA
tensão é um elemento necessário e, muitas vezes, faz parte do caminho para o sucesso, mas não deve ser uma constante.
É importante ver o lado alegre da vida. Sempre que possível, fuja dos chatos e não se aborreça. Ter um tempo para se divertir com os amigos ou com a pessoa amada recarrega as baterias e faz lo sentir melhor!
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
OSCAR CLAUDE MONET
Claude Monet (Paris, 14 de novembro de 1840 — Giverny, 5 de dezembro de 1926) foi um pintor francês e o mais célebre entre os pintores impressionistas.
O termo impressionismo surgiu devido a um dos primeiros quadros de Monet, "Impressão, nascer do sol", quando de uma crítica feita ao quadro pelo pintor e escritor Louis Leroy: "Impressão, nascer do Sol” – eu bem o sabia! Pensava eu, justamente, se estou impressionado é porque há lá uma impressão. E que liberdade, que suavidade de pincel! Um papel de parede é mais elaborado que esta cena marinha." . A expressão foi usada originalmente de forma pejorativa, mas Monet e seus colegas adotaram o título, sabendo da revolução que estavam iniciando na pintura.
Seu pai, Claude - Auguste, tinha uma mercearia modesta. Aos cinco anos, sua família mudou-se para Le Havre, na Normandia. Seu pai desejava que Claude continuasse no comércio da família, mas ele desejava pintar. Foi a sua tia Marie-Jeanne Lecadre que o apoiou a seguir a carreira artística, pois ela fora também pintora.
Em 1851, Monet entrou para a escola secundária de artes e acabou se tornando conhecido na cidade pelas caricaturas que fazia. Nas praias da Normandia, Monet conheceu, por volta de 1856, Eugène Boudin, um artista que trabalhava extensivamente com pintura ao ar livre nessas mesmas praias, e que lhe ensinou algumas técnicas ao ar livre.
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
ANGELA MERKEL E NICOLAS SARKOZY
A chanceler alemã, Angela Merkel, e o presidente francês, Nicolas Sarkozy, prometeram neste domingo lançar antes do fim do mês uma "solução duradoura" para acabar definitivamente com os problemas de capitalização dos bancos europeus e a crise da dívida grega.
O programa do eixo franco-alemão, um "pacote completo" de medidas cujos detalhes não foram informados, inclui "mais integração" econômica, mais mecanismos anticrise e a reforma de tratados comunitários, tudo dentro de uma "nova visão" europeia, na qual "a Grécia é parte da zona do euro" de forma indiscutível.
"A Alemanha e a França colaboram estreitamente para garantir a estabilidade financeira da zona do euro. Vamos encontrar uma solução duradoura", destacou Sarkozy em entrevista coletiva que antecedeu seu encontro em Berlim.
O objetivo principal desse conjunto de medidas será a "necessária" recapitalização do setor bancário europeu, segundo Merkel, sobrecarregado pela posse de dívida soberana dos países europeus mais endividados. "Estamos determinados a defender e apoiar os bancos porque é fundamental para encontrar uma saída sólida e duradoura à crise da dívida", enfatizou Merkel.
A iniciativa franco-alemã contemplará "um fornecimento de crédito razoável" para as entidades com problemas, de acordo com a chanceler, apesar de não se aprofundar no formato definitivo do mecanismo de ajuda, uma questão que separa Paris e Berlim.
Merkel reafirmou nos últimos dias que só em último caso deve recorrer ao Fundo Europeu de Estabilidade Financeira (FEEF) como instrumento de recapitalização bancária, já que considera que em primeiro lugar as instituições devem receber assistência nacional.
O programa do eixo franco-alemão, um "pacote completo" de medidas cujos detalhes não foram informados, inclui "mais integração" econômica, mais mecanismos anticrise e a reforma de tratados comunitários, tudo dentro de uma "nova visão" europeia, na qual "a Grécia é parte da zona do euro" de forma indiscutível.
"A Alemanha e a França colaboram estreitamente para garantir a estabilidade financeira da zona do euro. Vamos encontrar uma solução duradoura", destacou Sarkozy em entrevista coletiva que antecedeu seu encontro em Berlim.
O objetivo principal desse conjunto de medidas será a "necessária" recapitalização do setor bancário europeu, segundo Merkel, sobrecarregado pela posse de dívida soberana dos países europeus mais endividados. "Estamos determinados a defender e apoiar os bancos porque é fundamental para encontrar uma saída sólida e duradoura à crise da dívida", enfatizou Merkel.
A iniciativa franco-alemã contemplará "um fornecimento de crédito razoável" para as entidades com problemas, de acordo com a chanceler, apesar de não se aprofundar no formato definitivo do mecanismo de ajuda, uma questão que separa Paris e Berlim.
Merkel reafirmou nos últimos dias que só em último caso deve recorrer ao Fundo Europeu de Estabilidade Financeira (FEEF) como instrumento de recapitalização bancária, já que considera que em primeiro lugar as instituições devem receber assistência nacional.
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
Merkel e Durão Barroso
Merkel e Barroso admitem alterações ao Tratado de LisboaPor Redacção
A chanceler alemã e o presidente da Comissão Europeia admitiram esta quarta-feira, após uma reunião em Bruxelas, que poderão ser feitas alterações ao Tratado de Lisboa, para melhorar o funcionamento da Zona Euro.
Angela Merkel e Durão Barroso disseram que uma alteração ao tratado poderá ser fundamental para travar a crise da dívida soberana. «Não devemos excluir a possibilidade de alterações ao tratado. Queremos que o euro seja um sucesso e, por isso, temos de disponibilizar os meios para atingir esse sucesso», disse Merkel.
«Se os actuais mecanismos se revelarem insuficientes», reforçou Barroso, «poderá ser necessário alterar o Tratado para uma melhor e maior integração europeia».
16:17 - 05-10-2011
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
PLANEAR
Quem planeia a curto praso deve plantar sementes.
Quem planeia a médio praso deve plantar arvores.
Quem planeia a longo praso deve educar pessoas.
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